segunda-feira, 13 de maio de 2013

Psiquiatrices - Borderline personality disorder

Aparentemente, novos psicólogos e psiquiatras, alguns completamente chechés, isolaram um novo tipo de desvio de personalidade.
Pelos vistos a partir de agora quem tiver sintomas como mudar subitamente de opinião sobre pessoas, medo do abandono, falta de auto-estima  ou ver o céu azul em dias de sol pode ter uma doença chamada borderline personality disorder.
O nome é no mínimo sugestivo pois quem desenha a borderline normalmente é um médico que receita drogas que têm como efeito secundário o agravamento de todos estes sintomas supramencionados excepto a visão do céu azul.
-A sociedade humana parece continuar obstinada em moldar e definir o ser humano emocionalmente perfeito que é uma espécie de clone de nós mesmos mas sem emoções aparentes. Ou seja as emoções estão lá mas não são exteriorizadas porque isso é extremamente desagradável para os restantes membros da carneirada. Por outro lado em principio talvez fosse melhor excluir de vez as emoções pois ter emoções e não exteriorizar é autismo.
Eu arrisco dizer que o modelo de estudo para esta doença será um humano que tenha normalmente todos os   sintomas e depois decida tirar um curso de psiquiatria para estudar a sua doença mais a fundo. Normalmente quando o psiquiatra tem dificuldades em estudar a sua patologia recorre a algumas substâncias que o ajudam a dormir e outra para fazer directas a debruçar-se sobre si mesmo e as suas paranoias.
Essencialmente o psiquiatra e alguns psicologos, que são doentes que não aspiram a compreender-se completamente mas sim a viverem razoavelmente bem consigo mesmos, usam pessoas normais para fazer testes. 
Um dos testes mais comuns é:
-Deixa la ver como é que este gajo se dá com estas pastilhas que recebi agora em conjunto com a caneta que brilha no escuro.

Em geral as cobaias dos psiquiatras que são seres humanos normais forjados na sociedade moderna, podem ser testadas por vários malucos ( psiquiatras ) sem se tornarem irreversivelmente chechés eles mesmos. Nestes últimos casos acabam por ser internados.

-É também importante realçar que existem seres chechés também no quotidiano da sociedade moderna e que  podemos não os encontrar necessáriamente em gabinetes com chaiselongs a dar consultas.
Há também uma enorme incidência de chechés que fazem uma vida normal desde que tenham workshops regulares de lobotomia religiosa em três principais grandes centros de apoio, a Iurd, as Igrejas evangélicas e as Testemunhas de Jeová , embora haja muitos outros.
Neste últimos caso os resultados são animadores pois em termos económicos estas ceitas pedem menos dinheiro que o comum psiquiatra cheché. Por outro lado apesar do conforto das chaiselongs e das boas vistas de muitos consultórios, nestes templos paleativos de loucura, há normalmente musica e dança que é sabido hoje, faz melhor do que ficar meia hora de papo pro ar numa chaiselong a dizer banalidades a alguém que precisa apenas de ajuda para se libertar de si mesmo.
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